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terça-feira, 29 de setembro de 2015

LUA DE SANGUE

                                 Suave  veneno


   
  Oh! Lua de sangue,que baila na imensidão dos sentidos; deixa cair por terra as suas gotas do puro sangue,que balsamiza os ares do norte e do sul e cai nas ondas do mar como uma noiva dos deuses imortais.                                                                                                                                        
Oh! Lua de sangue,vem clarear o altar divino onde se consagra o mais sublime amor,baila e embala as noites dos em namorados.                                                                                                                

 Como  fênix ressurgi entre as nuvens escura,deixa cair suas gotas e como  néctar eu tí beijarei os seu lábios e tomando o ultimo cálice,orvalhado  e enebriante, embriagarei  no seu sangue.                   

      E como na minha insana paixão, deusa da noite  te depositarei  no altar divino e dormiremos no suave veneno dos deuses imortais.      
                                                                                                                                                                 Eliane oliveira                                         

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

COMANDO DE MARIA



Maria de tantas raças,de pés no chão,sangrando junto as poeiras das estradas.

Segue Maria! Não vês que todas são benditas?  
Pecadoras? talvez... sem pedras,santas e insanas.

Maria, sinhá que misturaram nas veias de seus filhos sangue de uma Preta velha.

Nós somos mães, parte  feminina do sagrado, somos a água que germina a semente, sal da terra;existe o comando é hora de religar, ser espiritualista não existe tempo,temos que estar dentro desta consciência divina, é o C PT(comando,projeto terra). 
Vocês são as Marias e Josés,estes são as vozes do comando.


domingo, 23 de novembro de 2014

GUARDIÃO DA NOITE ,O AMIGO


Estou aqui a rabiscar estas linhas, não sou poetiza, sou uma alma, que coloco aqui as minhas energias, sentimentos, carinho e amor divino que uni seres de um mesmo pai, do que se possa imaginar.

 Amigo que veio chegando, como luz nas trevas, que semeia flores em meu jardim secreto, que exala o enebriante perfume dos deuses, cura com bálsamo a alma  descrida, que vagueia no porto das solidões, ancora o barco das ilusões perdidas, tu és o orvalho que beija a terra morna é a noite estrelada do meu céu interior o dia caloroso o sol flamejante pulsando no coração da terra.
É  um  clarão no horizonte, um fim de tarde pulsando em meu coração; é um anjo guardião a cuidar do meu ir e vir e o relógio que rompe o meu tempo, anunciando a aurora voraz  de um outro dia.

Posso te dizer amigo! Você é a pedra do altar divino, és a prece nos templos erguidos dos inconscientes dos seres humanos, frondosa arvore, oásis no deserto do meu ser.

Você é a gota do orvalho que cai no leito do rio, trasborda-o, em taças do mais puro cristal; é um barco navegando em águas bravias, mais também é a melodia sincronizada dos anjos.         
 

Tu és o vento  noroeste que  leva tudo embora.
 É a calmaria que entra sorrateira em meu coração.
 Ah! Amigo se eu te disseste que você é eu;
  E eu, sou você.                                                     
                                                                                                                                          20. 11. 2014 .

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

PAI JOAQUIM

                                           

   PAI


Homem,tu foste a minha chegada, sorrisos choros e abraços.
Dias, mês , anos,emoções.
Chuva, sol.
Céu azul, noite estrelada.
blumas nos campo.
Oh!, homem  eu vejo você chegando com suor rosto, enxada no ombro, camisa puída, com um olhar sereno,com um sorriso por mais um dia de trabalho
        homem de mãos calejadas, cor de ébano, tu foste faceiro um dia,jogador de capoeira , nas  várzeas jogava seu futebol disputava uma bola velha, pés no chão sentindo a natureza   onde as garças fazem companhias.
         homem vejo ti  sobre as carrocerias dos caminhões de cana,segurando firme  la vai o JOAQUIM,
ti vejo nos cantar dos pássaros que cortas os ares, nos sons melodiosos que vem de um radio de pilha, em cima  de uma mesa, esta em um canto da sala mal  iluminada pela chama de uma lamparina,silencio ele pede,J K no poder o brasil para ouvir, não sei o que e mas e importante, eu continuo a brincar com minha boneca de pano que minha mãe fizera para mim, a mesa e tao alta, ou sou eu, que sou pequena.            
          Homem que sai as quatro da madrugada e só vai voltar as sete ou as dez
          Meu  pai, vejo você chegando com sacos no ombro as compras do més, trazendo aquele pãozinho sovado que eu gosto ate hoje, tudo comprado no armazém da usina de açúcar.
         Homem  vejo tu saindo a noite para as queimadas de cana, levando na mão o podão no embornal  a garrafa de cafe esta era de vidro, fumo e palha  na boca o cigarro de palha já ia aceso,ao longe se vê as chamas do fogo nos canaviais parece chegar ao céu, isso me dava medo pois pensavas  que não retornaria, no meu pensar de criança,nos  canaviais  de fogo  o  senhor  coria perigo, e as vezes sim.
          Meu pai, vejo as suas  chegadas, mas vejo a tua partida ,sobe no caminhão ele da a partida ,você acena  da um sorriso  e toma seu rumo JOAQUIM,nas estradas empoeiradas,e agora Joaquim! são tantas chegadas e partidas ao longo da minha vida, olho agora para o céu e ouço o murmurio  da noite, o vento soprando, e digo ao senhor meu pai que são os meus beijos que  galopam nas estradas de estrela, voa entre os sopros do vento, de encontro ao seus, obrigado pela honestidade pela simplicidade de um  lavrador  por  o amor dedicado a nos, vou seguindo a minha estrada retiro as pedras do meu caminho ou as vezes piso e passo em cima delas deixando as marcas nelas  mas me alegro poi s quando olho para trás vejo sempre que tem varias pegadas juntas a minhas, qualquer dia pego o  trem levando na bagagem apenas o que o senhor me ofertou. "Amor sem amor eu nada seria".          
                                                                             Eliane oliveira.
                                                                          Mês dos Pais 11/08/13

sábado, 11 de maio de 2013

MÃES,HOMENAGEM


                         AMIGOS  PARA SEMPRE  E  ALEM DA ETERNIDADES   
                        SORRISOS    E AFETOS    
                         VALEU A PENA  EH! EH!  CAÇADORES DE ILUSÕES.
                                      
                              MAIKON    E JOÃO  HENRIQUE.  



MÃE.POEMA

                                                                 

                                                                POEMA

Este  poema  foi meu filho  que  me escreveu , em uma folha de um caderno escolar , amarelado pelo tempo mas guardado dentro do meu coração,

Irei dedicar as mães que o ler com carinho.

                                                                  MÃE

MÃE- estrelas na tempestade.
           rosa -     nos  ermos da via.
           iris    -     do   naufrago errante.
           ilusão -     da  alma       descrida!


MÃE-  mulher formosa!
            tu-  es o  filha do céu!...
           o -   filha dos ermos sem termo!
           o -   casta  suave, serena violeta...

MÃE-tu- es entre as flores
          a  flor dos   amores
         que em magos afagos
          acalma os martírios de uma alma inquieta...


MÃE-  se- eu te disseste que tu es criança!
             o- anjo  da guarda que me orvalha as preces...

MÃE- o- teu riso tanta dor acalma...
           bendita es tu  que semeia a vida.


MÃE-  sem você o que  e a vida!...
                                                            MAIKON   VILELA
      .          


                                           Mas  eu  sei você o que a  minha vida!  mas sei que ti amarei alem da vida.
                               
                                           OBRIGADO   SENHOR , por nos permitir  este tempo só para nos dois  beijos
                                          em sua alma  que Deus te abençoe.


Dia das mães- 12/05/2013




  

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

LAGRIMAS


Lagrimas




Oh!  Lagrimas, lagrimas que bailam na imensidão dos sentidos.
Gotas de amor e fúria.
Tu és vulcão em erupção.

Lagrimas são  sementes nos olhos a germinar nas faces da dor oculta.

Oh! Lagrimas és tempestade, és o vento nos prados de uma alma inquieta.
És o orvalhar das manhãs de um gélido coração.

Lagrimas tu é a cruz erguida.
És os pregos cravados no inconsciente do teu ser.

Oh! Lagrimas frias, doces e amargas, escamas de diamantes.
És o rubi cravado no coração dos enamorados.

Lagrimas são perolas encontradas nas conchas da vida.

Oh! Lagrimas que teimam em rolar sobre pedras, depositadas nos riachos do meu ser.
És o prelúdio do nascer.

Lagrimas, és o buque de flores depositados na campa fria de um campo santo.
És a prece o clamor das dores da alma descrida.

Oh! Lagrimas, espumas flutuantes, de um riacho momentâneo.

És colares de perolas negras, brancas e azuis, transformo-te em gotas para que cavalgue nas ondas sem fim.

Lagrimas que teimam em cair
Dos meus dos seus olhos.
Tu És maldita e bendita.

Oh! Lagrimas... Lagrimas.
És apenas... Apenas á água
Santa e insana.

Eliane

ELAINE MORENA.


                                                         ELAINE MORENA.

Bem antes de você nascer eu parava e pensava como você seria o seu rostinho a cor de seu olhos  se os cabelos seria lisos ou cacheados.
Mas o tempo se passou e você se tornou um raio de sol, uma estrela a brilhar nesta imensa escuridão.
Meu raio de sol minha pequena morena, com cheiro de cravo e cor de canela.
Elaine morena tu és a estrela a ofuscar a lua nas noites escura.
Você e a morena das MINAS GERAIS


Morena tropicana teu olhar é noturno.
Morena da cor do pecado tu trás prezo nos cachos o sol a brilhar.
Elaine faceira você e a morena de JOSE... DE ALENCAR UAI!

                                                                                                      ELIANE OLIVEIRA.